Ontem o Enrico teve sua primeira febre. Nada grave, apenas dentes nascendo... sinais de maturidade de uma criança de 10 meses. Mas doeu... tanto nele quanto em todos nós. Um sentimento de impotência muito grande, estou acostumado à tratar pessoas, medicar, melhorar a dor... é difícil...
Pensando nisso lembrei-me de minha avó... foi a primeira pessoa realmente próxima que ví deixar esssa vida... estou acostumado ver pessoas sofrerem e morrerem, mas quando é próximo de nós nos faz pensar mais.
Com certeza minha avó não soube quando estava tendo sua última febre (ela não morreu com infecção), ou a última do de cabeça... ou a última vez que perdeu o fôlego de tanto gargalhar...
A primeira vez... é estranho, dolorido, pode até ser triste... mas a última... por sorte nunca sabemos quando vai acontecer! É preciso ter um tamanho imenso para suportar isso!
Foi triste saber da primeira febre dele...
Pensando nisso lembrei-me de minha avó... foi a primeira pessoa realmente próxima que ví deixar esssa vida... estou acostumado ver pessoas sofrerem e morrerem, mas quando é próximo de nós nos faz pensar mais.
Com certeza minha avó não soube quando estava tendo sua última febre (ela não morreu com infecção), ou a última do de cabeça... ou a última vez que perdeu o fôlego de tanto gargalhar...
A primeira vez... é estranho, dolorido, pode até ser triste... mas a última... por sorte nunca sabemos quando vai acontecer! É preciso ter um tamanho imenso para suportar isso!
Foi triste saber da primeira febre dele...
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